Posts filed under ‘Nutrição Infantil’

10 formas diferentes de apresentar frutas para as crianças (e adultos):


1) Salada de frutas: 

Salada de fruta

– É uma das formas de apresentação que as crianças mais aceitam;
– Você pode pedir para a criança ajudá-lo em algumas etapas do preparo, como: picar as frutas com uma faca sem ponta, misturar, espremer as laranjas;
– A aparência é muito importante, faça bem colorida;
– Use a maior variedade de frutas da estação, são mais baratas e mais gostosas;
– Deixe a salada já porcionada em vidrinhos na geladeira, facilita o consumo.

2) Frutas de formas divertidas: 

frutas divertidas

As cores e as formas podem virar desenhos no prato. Basta usar a sua criatividade!

3) Frutas picadas e sortidas em espetinhos:

espeto fruta

Obs: Corte as pontinhas do palito para as crianças não se machucarem.

4) Espetinhos de frutas com chocolate:

Espeto fruta com choco

– Molhe só uma ponta da fruta no chocolate;
– Use chocolate amargo ou meio amargo;
– Sirva como sobremesa (eventualmente);
– Pode usar frutas secas também (ex: ameixa, damasco);
– Corte as pontinhas do palito para as crianças não se machucarem.

5) Frutas com granola, farelo de aveia, iogurte natural:

Fruta com iogurte

O iogurte não deve ser consumido após almoço/janta, pois o cálcio presente nos lácteos diminui a absorção do ferro das refeições. Sirva as frutas com iogurte nos horários de lanche.

6) Frutas com formatos diferentes:

Frutas bolinhas   melancia estrela2

Use um boleador para fazer bolinhas de mamão, melancia, melão.

7) Picolé caseiro com pedaços de frutas:

Picolé de fruta

8) Frutas na casquinha para sorvete:

Fruta na casquinha

9) Frutas assadas com canela: 

Banana assada

Sugestões de frutas: Abacaxi, banana, maçã, pera.

10) Gelatina caseira: ver receita. 

Gelatina

As crianças e os adultos vão adorar!

Bom apetite!

15 de setembro de 2014 at 11:46 1 comentário

Receita – Gelatina natural caseira:

Gelatina

Ingredientes:

  • 1 colher de sopa de gelatina sem sabor;
  • 300 ml de água filtrada;
  • 300 ml de suco natural (sem açúcar).

Modo de preparo: Leia também as instruções do modo de preparo da marca da gelatina que você irá utilizar (pode ter alguma variação).

1) Dissolva a gelatina na água e aqueça levemente no fogo;
2) Desligue o fogo;
3) Acrescente o suco e misture bem;
4) Coloque em potinhos e leve para a geladeira até endurecer.

Sugestões:

  • Pode fazer com suco de: uva integral, laranja, abacaxi, melancia, morango;
  • Prefira fazer com frutas mais doces para que não haja necessidade de colocar açúcar na receita;
  • Você pode servir a gelatina na casca de frutas como: laranja, limão, melancia.

Rendimento: 6 porções.

11 de setembro de 2014 at 16:51 2 comentários

O que fazer quando as crianças não querem comer frutas:

Kids playing with fruit

Algumas crianças possuem certa resistência em comer frutas, mas não desista!

Forçar as crianças a comerem alimentos que elas não querem (ou não “gostam”) e/0u fazer chantagens/negociações (ex: se comer a fruta ganha um doce) são os piores métodos de reeducação alimentar. Essas técnicas geram angústia e ideia distorcida de que frutas (ou verduras, feijão, etc) são ruins. Pensamento das crianças: “mas se eu comer ganho um doce”, fazendo com que os alimentos saudáveis sejam considerados um castigo e os doces um prêmio.

A fruta in natura (sem açúcar, chocolate, balas) é a melhor forma de consumo, mas, caso seu filho seja muito resistente, comece oferecendo sucos (naturais), vitaminas (sem açúcar), gelatinas caseiras (ver receita), até ele começar a aceitar as frutas na sua forma natural.

Outras dicas:
1) O estômago das crianças é pequeno, portanto, não as forcem comer uma fruta inteira sem fome. Se elas comerem meia fruta de cada vez (várias vezes ao dia) já está bom para idade;
2) Ofereça frutas diversificadas (abacaxi, banana, caqui, figo, goiaba, kiwi, laranja, maçã, mamão, melão, pera, uva);
3) Com diferentes formas de apresentação;
4) Diariamente;
5) Deixe frutas higienizadas ao alcance das crianças;
6) Envolva as crianças na compra e no preparo dos alimentos;
7) Ofereça sempre a fruta como primeira opção de lanche ou junto com outra comida. Aos poucos as crianças se acostumam com a fruta no prato e começam a comer;
8) A hora das refeições deve ser prazerosa, sem barulhos e brigadas;
9) Faça o consumo de frutas ser algo natural, sem pressionar as crianças.

Mas lembre-se, o consumo habitual de frutas pelos familiares é a melhor técnica de incentivo para as crianças, dê o exemplo!

O nutricionista é o profissional habilitado para ajudar nesse processo de reeducação alimentar das crianças. Nunca é cedo para procurar ajuda visto que a nutrição das crianças começa já na barriga da mãe.

11 de setembro de 2014 at 16:07 Deixe um comentário

A importância das frutas para as crianças (e adultos):

Young toddler boy eating fresh slice of orange

As frutas são boas aliadas da alimentação saudável. Elas contêm vitaminas, minerais, carboidratos, proteínas, água, fibras. Além dessa qualidade nutricional, as frutas são pouco calóricas e dão saciedade devido à presença das fibras e da água.

Por serem doces não costumam enfrentar grande aversão por parte das crianças. No entanto, tudo é questão de hábito, se a família não consome frutas, a criança também não terá o hábito de comer ou pedir por elas no seu dia-a-dia.

A recomendação de frutas para crianças de 6 a 23 meses segundo a Pirâmide Alimentar Infantil do Ministério da Saúde é de três a quatro porções por dia. Para crianças maiores de 2 anos e adultos a recomendação é de três a cinco porções por dia.

Orientações:

– O incentivo ao consumo das frutas deve concentra-se principalmente em suas formas naturais, pois as frutas quando transformadas em sucos perdem uma parte de seus nutrientes e a uma grande quantidade de fibras;
– Quanto maior a variedade de cores melhor, pois garantem diferentes nutrientes;
– Frutas com açúcar devem ser evitadas. O açúcar aumenta os níveis de glicose no sangue e seu excesso pode causar doenças como diabetes (já na infância e/ou adolescência), sobrepeso, obesidade. Ex: Frutas polvilhadas com açúcar, geleias de fruta, bebidas e refrigerantes com sabor de fruta;
– Sempre que possível, ofereça para as crianças as frutas com a casca, ou retire o mínimo possível, não se esquecendo de higienizá-las antes do consumo (água sanitária para alimentos conforme fabricante);
– Frutas orgânicas possuem mais nutrientes e menos contaminantes (agrotóxicos), dê preferência a esse tipo de produto.

Alimentação equilibrada no curso da vida, desde a gestação, é essencial para prevenção de doenças não transmissíveis, como obesidade, diabetes, hipertensão, câncer, etc.

10 de setembro de 2014 at 16:38 Deixe um comentário

Recomendações para manutenção do aleitamento materno na volta ao trabalho ou estudos:

Working mom holding baby while using laptop

A Organização Mundial da Saúde recomenda o aleitamento materno exclusivo (só leite da mãe) até o sexto mês de vida do bebê, e a amamentação acompanhada de outros alimentos até dois anos ou mais. No entanto, muitas mães precisam retornar ao trabalho ou aos estudos antes de o bebê completar os seis meses.

Algumas medidas podem ser tomadas para manutenção do aleitamento: levar o bebê para o trabalho, pedir ao cuidador do bebê para levá-lo ao trabalho da mãe, mas se essas medidas não forem possíveis, uma boa solução é a mãe continuar amamentando quando estiver em casa e ordenhar (retirar) o seu leite para ser ofertado ao bebê na sua ausência.

Ordenha materna

De acordo com o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria a ordenha deve seguir os seguintes passos para manutenção da qualidade nutricional e sanitária do leite:

Orientações às mães:

Preparação:
– Separe um recipiente de vidro com boca larga e tampa plástica (exemplo: de café solúvel). Ele deve estar lavado com água corrente e sabão neutro e esterilizado por fervura de 15 minutos;
– Tenha a mão pano úmido limpo e lenços de papel para limpeza;
– As unhas devem estar limpas e curtas. Os cabelos limpos, amarrados e/ou com touca;
– Lave cuidadosamente as mãos e os braços até o cotovelo com bastante água e sabão neutro;
– Não há necessidade de lavar os seios frequentemente;
– Use máscara ou evite falar, espirrar ou tossir enquanto estiver ordenhando o leite;
– Posicione-se em um local limpo e tranquilos, de maneira confortável e relaxada, sentada ou de pé.

Ordenha:
– Massageie delicadamente a sua mama como um todo com movimentos circulares da base da mama para a aréola. Esse procedimento deve ser feito preferencialmente pela nutriz que assim poderá localizar os pontos mais doloridos (Figura 1);
– Com os dedos da mão em forma de “C”, coloque o polegar na aréola ACIMA do mamilo e o dedo indicador ABAIXO do mamilo. Sustente o seio com seus outros dedos (Figura 2);
– Posicione o recipiente próximo ao seio e faça uma LEVE pressão para aproximar o polegar do indicador e uma PEQUENA pressão para trás, ou seja, em direção ao seu corpo (tórax). O leite deverá sair (Figura 3);
– Despreze os primeiros jatos;
– Pressione e solte, pressione e solte. Repita esta manobra quantas vezes forem necessárias;
– Isto não deve machucar, se doer a técnica está errada. A princípio o leite pode não vir, mas depois de pressionar algumas vezes, o leite começa a pingar. Poder fluir em jorros;
– Pressione a aréola dos lados (Figura 4) da mesma forma para assegurar que o leite está sendo extraído de todo o seio;
– Use a mão esquerda para a mama esquerda e a mão direita para a mama direita ou use as duas mãos simultaneamente (uma em cada mama ou as duas juntas na mesma mama);
– A ordenha adequada tem duração de 20 a 30 minutos em cada uma das mamas. É importante não tentar ordenhar em um tempo mais curto, especialmente nos primeiros dias quando apenas uma pequena quantidade de leite pode ser produzida;

ordenha

– Evite esfregar ou deslizar seus dedos sobre a pele. O movimento dos dedos deve ser mais rotatório;
– Evite comprimir o mamilo entre os dedos, dessa maneira não conseguirá extrair o leite. Acontece o mesmo quando o bebê suga apenas o mamilo.

Variações da técnica:
– Você pode assumir a posição levemente inclinada para frente, na tentativa de facilitar e aumentar o fluxo lácteo;
– Podem ser usadas ambas as mãos numa mesma mama para a extração do leite (Figura 5) e/ou podem ser ordenhados os dois seios simultaneamente em um único vasilhame de boca larga ou em 2 vasilhames separados, colocados um embaixo de cada mama (Figura 6). 

fig 5 e 6

Conservação, validade e preparo:
– O leite materno deverá ficar o menor tempo possível à temperatura ambiente;
– Identifique os frascos com o dia e a hora que foi feito a coleta;
– Guarde o frasco tampado na geladeira por 12 horas ou no congelador/freezer por 15 dias (Fonte: RDC 171/2006 – ANVISA), em posição vertical;
– Caso esse armazenamento não seja possível, ordenhe seu leite e jogue-o fora. Quanto maior o estímulo de produção mais leite você terá para dar ao seu bebê quando estiverem juntos;
– Para ser dado ao bebê, o leite deve ser descongelado na geladeira e aquecido no próprio frasco, em banho-maria fora do fogo;
– O leite materno não pode ser descongelado em micro-ondas e não deve ser fervido para preservar seus nutrientes;
– Antes de oferecer ao bebê, agite o leite levemente para homogeneizar e certifique-se que não está muito quente;
– O leite aquecido ou descongelado que não foi usado deve ser jogado fora;
– O leite retirado deve ser oferecido preferencialmente em copinho, xícara ou colher. O uso de mamadeira pode dificultar a continuidade da amamentação no peito porque o bebê pode estranhar o bico do peito da mãe.

Técnica do copinho:

copinho1. Posição confortável para a criança e para quem for oferecer o leite no copinho, na posição sentada ou semi sentada a cabeça elevada;
2. A criança deve estar calma;
3. Conter os braços da criança para evitar acidentes com o copo;
4. Posicionar a criança verticalmente ou quase verticalmente;
5. Colocar o copinho gentilmente no lábio inferior;
6. Inclinar o copo levemente para que a criança sinta o leite no lábio inferior;
7. Nunca despejar o leite dentro da boca do bebê;
8. A criança deve “lamber” o leite para depois deglutir;
9. Interagir com a criança durante a alimentação;
10. Oferecer o copinho até que a criança mostre sinais de estar saciada (ex.: mostra-se com sono ou para de se alimentar).

Dicas:
– A ordenha mamária pode ser feita também com auxílio de bombas manuais ou elétricas (seguir as orientações dos manuais). As condutas de higiene, armazenamento e oferta ao bebê devem ser seguidas igualmente;
– Uma ou duas semanas antes de voltar ao trabalho você já pode começar a tirar o seu leite e guardá-lo no freezer para fazer um estoque;
– Amamente antes de sair de casa para o trabalho, imediatamente após regressar e durante a noite;
– No trabalho, se possível, retire o leite, tantas vezes quanto seu bebê mamaria se estivesse com você;
– Nos dias de folga, ofereça o peito à vontade;
– Caso você decida doar o excesso do seu leite a um Banco de Leite Humano, congele-o imediatamente após a ordenha.

Fontes de apoio para texto:
– Álbum seriado. Promovendo o Aleitamento Materno 2ª ed, revisada. Brasília: 2007.
– Cartilha: Promoção da amamentação e alimentação complementar. Realização Senac São Paulo e o Santander Universidades. 2014.
– Site Sociedade Brasileira de Pediatria: Recomendações úteis para a manutenção do aleitamento materno em mães que trabalham fora do lar ou estudam.
– Site Sociedade Brasileira de Pediatria: Saiba como usar o copinho na alimentação de bebês em Aleitamento Materno.

7 de agosto de 2014 at 12:02 Deixe um comentário

Alimentação para mães durante a amamentação:

A mulher que amamenta, denominada nutriz ou lactante, possui necessidades nutricionais específicas.

alimentação nutriz
A nutrição adequada é benéfica tanto para o organismo da mãe que requer mais calorias para nutrir seu filho e manter suas funções normais e saudáveis; quanto para a saúde do bebê, pois a alimentação da mãe tem impacto sobre a composição do leite produzido.

Aspectos alimentares que devem ser cuidados durante a amamentação:

Energia:
A nutriz requer mais calorias extras na sua dieta para produção de leite. No entanto essa energia deve ser obtida através de uma alimentação saudável, equilibrada e fracionada em seis refeições por dia.

Esse não é o período indicado para a prática de dietas visando perda de peso. Com acompanhamento nutricional adequado a nutriz poderá seguir um plano alimentar com objetivo de diminuição gradativa do peso adquirido na gestação sem prejudicar a produção e composição do leite materno. Lembrando que a amamentação ajuda na perda de peso da mãe.

Água:
O leite materno é composto por mais de 80% de água. Por isso, é importante o consumo de água pura todos os dias e em maior quantidade nesse período.

Peixes:
A ingestão de peixes melhora os níveis de ácidos graxos ômega-3 (gordura boa) no leite materno, proporcionando substratos para desenvolvimento do sistema nervoso e da visão (retina) do bebê. O consumo de três porções de peixe (assado, grelhado, ensopado), principalmente sardinha (rica em ômega-3), deve ser incentivado.

Cafeína:
O consumo de cafeína por mães que amamentam não é contraindicado pela Academia Americana de Pediatria. Entretanto, a quantidade de café, chás (preto, mate, verde), refrigerantes à base de cola, chocolate, deve ser controlada. A ingestão excessiva desses alimentos pode provocar insônia, irritabilidade e cólicas no bebê.

Álcool:
A ingestão de álcool não é recomendada durante a amamentação, pois pode causar mudança de odor e composição do leite materno, levando a recusa da criança em mamar. O consumo de álcool em ocasiões especiais, em pequena quantidade e, preferencialmente, após a mamada não afeta a dinâmica da lactação. No entanto, o consumo ocasional só deve ser liberado após avaliação individualizada pelo médico ou nutricionista.

Vitaminas e Minerais:
O consumo diário de porções de alimentos ricos em vitaminas “A” e “C” e fontes de ferro (carnes, açaí, soja, ovo de galinha, vegetais verdes escuros, cereais integrais, feijão, lentilha) deve ser orientado às lactantes.

“Se você é nutriz lembre-se de que a consulta com um nutricionista traz tranquilidade e segurança de que você está consumindo a quantidade certa de energia e nutrientes para você e seu bebê nessa fase de aleitamento”.

Fonte de apoio para o texto: Livro Nutrição: da gestação ao envelhecimento – Marcia R. Vitolo (ed.) – Rio de janeiro, 2008. 

6 de agosto de 2014 at 17:02 Deixe um comentário

NÃO EXISTE LEITE FRACO:

Mother Nursing Newborn
A Organização Mundial da Saúde recomenda que as crianças sejam amamentadas exclusivamente até o 6º mês de vida. No entanto, algumas mães param de amamentar e introduzem leite artificial e outros alimentos antes dos 6 meses de vida do bebê por acharem que seu leite é fraco e/ou com pouco volume.

Sobre esse assunto, segue uma lista de orientações e dicas:

  • O leite materno dos primeiros dias após o parto até cerca de uma semana é chamado de colostro. O colostro é um líquido amarelado (ou claro), espesso e com volume de 2 a 20 ml por mamada nos três primeiros dias (características normais). Apesar do atributo normal de pouco volume esse leite é rico em minerais, vitaminas e anticorpos que conferem proteção contra vírus e bactérias. Ele é importantíssimo para os bebês e por isso é fundamental que as crianças recebam esse leite já nas primeiras horas após o parto ou até mesmo na sala de parto.
  • Durante a mamada, o leite que sai primeiro é mais aquoso (para hidratação) e o posterior é mais rico em gordura/calorias (para nutrição). Portanto, deve-se deixar o bebê esvaziar uma mama a cada mamada para depois oferecer a outra. Isso garante para criança nutrição e ganho de peso adequado.
  • Dar outros leites, alimentos ou até mesmo água e chás antes do tempo faz com que os bebês mamem menos. O leite materno é FORTE e totalmente suficiente para seu bebê até o 6º mês de vida.
  • O uso de mamadeiras e chupetas podem também interferir na “pega” e na frequência das mamadas, como resultado, a mãe produz menos leite. Deixe seu bebê mamar livremente ao peito, sem horários e restrições. Quanto mais leite o bebê retira através da mamada mais se produz.
  • Nas primeiras semanas após o parto é normal amamentar de 8 a 12 vezes em 24 horas, quem determina a frequência é o bebê.
  • Sinais de que a criança está com fome: ficar agitada, acordada, começar a fazer movimentos com a boca ou pescoço (rotação). O choro é o último indicador de fome.
  • Não existe leite fraco. O leite materno tem todas as substâncias na quantidade certa que o bebê precisa para crescer e se desenvolver sadio.

Amamente seu filho e busque ajuda profissional se surgirem dúvidas ou dificuldades!

Fonte de apoio para o texto:
Álbum seriado. Promovendo o Aleitamento Materno 2ª ed, revisada. Brasília: 2007.
Livro Nutrição: da gestação ao envelhecimento – Marcia R. Vitolo (ed.) – Rio de janeiro, 2008. 

5 de agosto de 2014 at 17:12 Deixe um comentário

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