Archive for novembro, 2009

Dez Passos Para Uma Alimentação Saudável (Para Adultos):

10passos adulto1Passo 1 –
Faça pelo menos 3 refeições (café da manhã, almoço e jantar) e 2 lanches saudáveis por dia. Não pule as refeições.

 

Passo 2 –
Inclua diariamente 6 porções do grupo do cereais(arroz, milho, trigo pães e mas¬sas), tubérculos como as batatas e raízes como a mandioca/macaxeira/aipim nas refeições. Dê preferência aos grãos integrais e aos alimen¬tos naturais.

 

Passo 3 –
Coma diariamente pelo menos 3 porções de legumes e verduras como parte das refeições e 3 porções ou mais de frutas nas sobremesas e lanches.

 

Passo 4 –
Coma feijão com arroz todos os dias ou , pelo menos, 5 vezes por semana. Esse pra¬to brasileiro é uma combinação completa de proteínas e bom para a saúde.

 

Passo 5 –
Consuma diariamente 3 porções de leite e derivados e 1 porção de carnes, aves, peixes ou ovos. Retirar a gordura aparente das carnes e a pele das aves antes da preparação torna esses alimentos mais saudáveis!

 
 
Passo 6 –
Consuma, no máximo, 1 porção por dia de óleos vegetais, azeite, manteiga ou margarina. Fique atento aos rótulos dos alimen¬tos e escolha aqueles com menores quantidades de gorduras trans.

 

Passo 7 –
Evite refrigerantes e sucos industrializados, bolos, biscoitos doces e recheados, sobremesas doces e outras guloseimas como regra da alimentação.

 

Passo 8 –
Diminua a quantidade de sal na comida e retire o saleiro da mesa. Evite consumir alimentos industrializados com muito sal (sódio) como hambúrguer, charque, salsicha, lingüiça, presunto, salgadinhos, conservas de vegetais, sopas, molhos e temperos prontos.

 

Passo 9 –
Beba pelo menos 2 litros (6 a 8 copos) de água por dia. Dê preferência ao consumo de água nos intervalos das refeições.

 

Passo 10 –
Torne sua vida mais saudável. Pratique pelo menos 30 minutos de atividade física todos os dias e evite as bebidas alcoólicas e o fumo. Mantenha o peso dentro de limites saudáveis.

*Fonte: Ministério da Saúde.

3 de novembro de 2009 at 15:37 5 comentários

Dez Passos Para Uma Alimentação Saudável (Para Crianças Menores de 2 anos):

Figura 1

PASSO 1 – Dar somente leite materno até os 6 meses, sem oferecer água, chás ou quaisquer outros alimentos.

  • O leite materno contém tudo o que a criança necessita até o 6º mês de idade, inclusive água, além de proteger contra infecções.

A criança que recebe outros alimentos além do leite materno antes dos seis meses, principalmente através de mamadeira, incluindo água e chás, adoece mais e pode ficar desnutrida.

Figura 2

PASSO 2 – A partir dos 6 meses, oferecer de forma lenta e gradual outros alimentos, mantendo o leite materno até os dois anos de idade ou mais.

A partir dos seis meses, o organismo da criança já está preparado para receber alimentos diferentes do leite materno, que são chamados de alimentos complementares.

Mesmo recebendo outros alimentos, a criança deve continuar a mamar ao peito até os dois anos ou mais, pois o leite materno continua alimentando a criança e protegendo-a contra doenças.

Com a introdução da alimentação complementar, é importante que a criança beba água nos intervalos das refeições.

figura 6

PASSO 3 – A partir dos 6 meses, dar alimentos complementares 3 vezes ao dia, se a criança receber leite materno, e cinco vezes ao dia, se estiver desmamada.

Se a criança está mamando ao peito, três refeições por dia com alimentos adequados são suficientes para garantir uma boa nutrição e crescimento, no primeiro ano de vida. No segundo ano de vida, devem ser acrescentados mais dois lanches, além das três refeições.

Se a criança não está mamando no peito, deve receber cinco refeições ao dia, com alimentos complementares já a partir do sexto mês.

Algumas crianças precisam ser estimuladas a comer (nunca forçadas).

A partir do momento que a criança começa a receber qualquer outro alimento, a absorção do ferro do leite materno reduz significativamente: por esse motivo a introdução de carnes e vísceras (fígado, rim, coração, moela de frango, etc.), mesmo em pequena quantidade, é muito importante.

figura7

PASSO 4 – A alimentação complementar deve ser oferecida sem rigidez de horários, respeitando-se sempre a vontade da criança.

Crianças amamentadas no peito em livre demanda desenvolvem muito cedo a capacidade de autocontrole sobre a ingestão de alimentos, aprendendo a distinguir as sensações de saciedade após as refeições e de fome após o jejum (período sem oferta de alimentos). Esquemas rígidos de alimentação interferem nesse processo de autocontrole pela criança.

Este aprendizado precoce é fundamental na formação das diferenças nos estilos de controle de ingestão de alimentos nos primeiros anos de vida.

O tamanho da refeição está relacionado positivamente com os intervalos entre as refeições. Grandes refeições estão associadas a longos intervalos e vice-versa.

É importante que as mães desenvolvam a sensibilidade para distinguir o desconforto do bebê por fome de outros tipos de desconforto (sono, frio, calor, fraldas molhadas ou sujas, dor, necessidade de carinho) para que elas não insistam em oferecer alimentos à criança quando esta não tem fome.

Sugere-se que para as crianças em aleitamento materno sejam oferecidas, sem esquema rígido de horário, três refeições complementares: uma no período da manhã, uma no horário do almoço e outra no final da tarde ou no início da noite.

Para as crianças já desmamadas, devem ser oferecidas três refeições e dois lanches, assim distribuídos: no período da manhã (desjejum), meio da manhã (lanche), almoço, meio da tarde (segundo lanche), final da tarde ou início da noite (jantar).

Algumas crianças precisam ser estimuladas a comer, nunca forçadas.

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PASSO 5 – A alimentação complementar deve ser espessa desde o início e oferecida de colher; começar com consistência pastosa (papas/purês) e, gradativamente, aumentar a consistência até chegar à alimentação da família.

 No início da alimentação complementar, os alimentos oferecidos à criança devem ser preparados especialmente para ela, sob a forma de papas / purês de legumes / cereais / frutas.

A partir dos oito meses, podem ser oferecidos os mesmos alimentos preparados para a família, desde que amassados, desfiados, picados ou cortados em pedaços pequenos.

Sopas e comidas ralas / moles não fornecem energia suficiente para a criança.

Deve-se evitar o uso da mamadeira, pois a mesma pode atrapalhar a amamentação e é importante fonte de contaminação e transmissão de doenças.

Recomenda-se o uso de copos (copinhos) para oferecer água ou outros líquidos e dar os alimentos semi-sólidos e sólidos com prato e com a colher.

figura9

PASSO 6 – Oferecer à criança diferentes alimentos ao dia. Uma alimentação variada é uma alimentação colorida.

Desde cedo a criança deve acostumar-se a comer alimentos variados. Só uma alimentação variada evita a monotonia da dieta e garante a quantidade de ferro e vitaminas que a criança necessita, mantendo uma boa saúde e crescimento adequados.

O ferro dos alimentos é melhor absorvido quando a criança recebe, na mesma refeição, carne e frutas ricas em vitamina C.

A formação dos hábitos alimentares é muito importante e começa muito cedo. É comum a criança aceitar novos alimentos apenas após algumas tentativas e não nas primeiras. O que pode parecer rejeição aos novos alimentos é resultado do processo natural da criança em conhecer novos sabores e texturas e da própria evolução da maturação dos reflexos da criança.

Os alimentos devem ser oferecidos separadamente, para que a criança aprenda a identificar as suas cores e sabores. Colocar as porções de cada alimento no prato, sem misturá-los.

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PASSO 7 – Estimular o consumo diário de frutas, verduras e legumes nas refeições.

As crianças devem acostumar-se a comer frutas, verduras e legumes desde cedo, pois esses alimentos são importantes fontes de vitaminas, cálcio, ferro e fibras.

Normalmente, os alimentos do grupo dos vegetais são inicialmente pouco aceitos pelas crianças porque, em parte, a criança pequena aceita melhor os alimentos doces.

Quando a criança recusa determinado alimento, deve-se oferecer novamente em outras refeições. Para que um novo alimento seja aceito pela criança, é necessário em média, 8 a 10 repetições, em momentos diferentes.

Para temperar os alimentos, recomenda-se o uso de cebola, alho, óleo, pouco sal e ervas (salsinha, cebolinha, coentro).

Quando a criança já senta à mesa, o exemplo do consumo dos alimentos pela família vai encorajar a criança a consumi-los. As refeições devem ser momentos tranqüilos e felizes.

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PASSO 8 – Evitar açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinhos e outras guloseimas, nos primeiros anos de vida. Usar sal com moderação.

Açúcar, sal e frituras devem ser consumidos com moderação, pois o seu excesso pode trazer problemas de saúde no futuro. O açúcar somente deve ser usado na alimentação da criança após um ano de idade.

Esses alimentos não são bons para a nutrição da criança e competem com alimentos mais nutritivos.

Deve-se evitar dar à criança alimentos muito condimentados (pimenta, mostarda, “catchup”, temperos industrializados).

figura 12

PASSO 9 – Cuidar da higiene no preparo e manuseio dos alimentos; garantir o armazenamento e a conservação adequados.

Quando a criança passa a receber a alimentação complementar aumenta a possibilidade de doenças diarréicas que constituem importante causa de adoecimento e morte, entre as crianças pequenas.

Para uma alimentação saudável, deve-se usar alimentos frescos, maduros e em bom estado de conservação.

Os alimentos oferecidos às crianças devem ser preparados pouco antes do consumo; nunca oferecer restos de uma refeição.

Para evitar a contaminação dos alimentos e a transmissão de doenças, a pessoa responsável pelo preparo das refeições deve lavar bem as mãos e os alimentos que vão ser consumidos, assim como os utensílios onde serão preparados e servidos.

Os alimentos devem ser guardados em local fresco e protegidos de insetos e outros animais.

Oferecer água limpa (tratada, filtrada ou fervida) para a criança beber. O mesmo cuidado deve ser observado em relação à água usada para preparar os alimentos.

Restos de refeições que a criança recusou não devem ser oferecidos novamente.

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PASSO 10 – Estimular a criança doente e convalescente a se alimentar, oferecendo sua alimentação habitual e seus alimentos preferidos, respeitando a sua aceitação.

As crianças doentes, em geral, têm menos apetite. Por isso, devem ser estimuladas a se alimentar, sem, no entanto, serem forçadas a comer.

Se a criança estiver sendo amamentada exclusivamente no peito, aumentar a freqüência da oferta, várias vezes ao dia. O leite materno é o alimento que a criança aceita melhor.

Para garantir uma melhor nutrição e hidratação da criança doente, aconselha-se oferecer os alimentos de sua preferência, sob a forma que a criança melhor aceite, e aumentar a oferta de líquidos.

Para a criança com pouco apetite oferecer um volume menor de alimentos por refeição e aumentar a freqüência de oferta de refeições ao dia.

Para que a criança doente alimente-se melhor, é importante sentar-se ao lado dela na hora da refeição e ser mais flexível com horários e regras.

No período de convalescença, o apetite da criança encontra-se aumentado. Por isso, recomenda-se aumentar a oferta de alimentos nesse período, acrescentando pelo menos mais uma refeição nas 24 horas.

Enquanto a criança come com sua própria colher, a pessoa responsável pela sua alimentação deve ir oferecendo-lhe alimentos com o uso de outra. 

 

*Fonte: Ministério da Saúde.

2 de novembro de 2009 at 20:04 Deixe um comentário

Aleitamento Materno:

amamentacao_01O leite materno é fundamental para a saúde das crianças por ser um alimento completo, com fatores de proteção contra infecções comuns da infância, isento de contaminação e perfeitamente adaptado ao metabolismo da criança.

O aleitamento materno exclusivo, isto é, quando a criança recebe somente leite materno, diretamente da mama ou extraído, e nenhum outro líquido ou sólido, é recomendado pelo Ministério da saúde (MS) durante os primeiros 6 MESES de vida do bebê.

Já foi demonstrado que a complementação do leite materno com água ou chás nos primeiros seis meses de vida é desnecessária, inclusive em dias secos e quentes, pois os recém-nascidos normais nascem suficientemente hidratados para não necessitar de nenhum líquido, somente do leite materno.

A partir dos 6 meses deve-se introduzir os alimentos complementares, isto é, quaisquer alimentos que não o leite humano, como frutas, vegetais, cereais, carnes.

O leite materno, mesmo após os 6 meses, continua sendo uma importante fonte de nutrientes para as crianças. Portanto, a Organização Mundial da Saúde recomenda que as crianças sejam amamentadas por 2 anos ou mais.

Alguns benefícios do aleitamento materno para as mães e para os bebês:

• A amamentação promove a relação entre mãe e filho;

• A amamentação satisfaz as necessidades emocionais do bebê: Todo o bebê precisa ser colocado no colo;

• O leite materno fornece a alimentação perfeita ao bebê: O leite humano é inigualavelmente superior como alimento infantil;

• Não amamentar aumenta o risco de câncer de mama na mãe;

• A alimentação com leite em pó está associada a um Q.I. mais baixo: Crianças e adolescentes que foram amamentados têm inteligência mais elevada e melhor rendimento acadêmico do que aquelas alimentadas com leite em pó;

• O leite materno está sempre pronto;

• O leite materno contém elementos para a imunidade contra doenças e ajuda no desenvolvimento do sistema imunológico das crianças: O leite em pó não oferece nenhum destes benefícios;

• O leite materno é mais digerível do que o leite em pó;

• A amamentação ajuda a contração do útero da mãe após o parto: Pois, a lactação faz com que o útero se contraia, voltando mais rapidamente ao seu tamanho pré-gestacional;

• Amamentação ajuda a prevenir hemorragia pós-parto;

• Amamentar ajuda a mãe a perder peso;

• A amamentação protege o bebê contra doenças intestinais, infecções diarréicas, meningite bacteriana, infecções respiratórias;

• A alimentação com leite em pó aumenta o risco do bebê desenvolver diabete tipo I e infecções de ouvido;

• Não amamentar aumenta o risco da mãe desenvolver câncer de ovário e de endométrio;

• A alimentação com leite em pó aumenta as chances do bebê desenvolver alergias;

• O leite materno diminui o risco do bebê desenvolver asma;

• A amamentação diminui as chances de osteoporose materna na vida futura;

• Os bebês alimentados com leite em pó correm maior risco de serem obesos na vida futura;

• A amamentação é um anticoncepcional natural: Isto só é verdadeiro se você estiver exclusivamente amamentando e ainda não tiver menstruado outra vez após o parto;

• O leite materno é grátis e está sempre na temperatura certa;

• O leite materno tem a proporção correta de gorduras, carboidratos e proteínas;

• A amamentação funciona como um calmante natural para a mãe e para o bebê;

• Bebês amamentados precisam ir menos ao médico;

• O leite materno fresco nunca está contaminado por bactérias, além disso, tem propriedades antibacterianas;

• A amamentação favorece o bom desenvolvimento dos dentes e maxilares, além disso, bebês amamentados têm menos cáries;

• Bebês amamentados têm menos refluxo gastrointestinal (regurgitação);

• Protege a mãe contra anemia (deficiência de ferro): Como muitas mães que amamentam seu filho exclusivamente não menstruam até um ano ou mais após o parto, suas reservas de ferro não são consumidas pelo sangramento mensal;

• Trocas de fralda mais agradáveis: A evacuação de bebês amamentados tem um cheiro suave e inofensivo.

Mães, AMAMENTEM!
“A amamentação é um gesto de carinho e de preocupação com você e com seu bebê”.

Vídeo: Campanha Nacional do Aleitamento Materno 2009.

Caso tenha alguma dúvida ou dificuldade com a amamentação, procure um Nutricionista, pois esse é o profissional mais habilitado para ajudar nessa fase da lactação.

2 de novembro de 2009 at 14:39 2 comentários


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